👨💻 A matéria de hoje aborda o tema da proteção espiritual e doméstica praticada na Roma Antiga.
As oferendas e o culto geralmente eram realizados na cozinha, local onde as famílias se reuniam com mais frequência ou recebiam visitantes, possivelmente no cômodo central da casa ou mesmo na entrada.
Nesses espaços, eram colocados nichos, pequenos armários ou até mesmo pequenos altares (que podiam ser de pedra ou madeira).
Nos altares, havia amuletos, alimentos e outros tipos de objetos simbólicos, que eram sempre cultuados e oferecidos aos deuses, espíritos ancestrais e espíritos benevolentes.
Os romanos praticavam o culto frequentemente porque, em suas crenças, a negligência nesse sentido poderia trazer infortúnio e caos para o lar e a família.
As divindades mais cultuadas para esse tipo de proteção eram: Manes (ancestrais que cuidavam da linhagem familiar), Genius (o espírito protetor individual de cada homem; para as mulheres, era chamado de Juno) e as divindades chamadas Penates, que protegiam os recursos vitais da família (o suprimento de alimentos).
Para os romanos, desrespeitar os rituais era espiritualmente perigoso. Manter a chamada pax deorum (paz com os deuses) era essencial para a proteção coletiva e individual.
🙋♂️ Como eu disse em matérias anteriores, ao longo da história da humanidade, a prática de cultuar e respeitar as crenças divinas sempre esteve presente.
É isso aí, Meckianos! 👍
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