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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Proteção Espiritual na Roma Antiga...


▶️ Quero lembrar que aqui no blog não tem como postar vídeos, apenas Gifs e fotos. Lembre-se também de que às vezes os Gifs podem demorar um pouco para abrir.

👨‍💻 A matéria de hoje aborda o tema da proteção espiritual e doméstica praticada na Roma Antiga.


A proteção espiritual era voltada para os lares e seus habitantes. Acreditava-se que a prática de cultuar e fazer oferendas a deuses, espíritos ancestrais e espíritos benevolentes afastava o infortúnio, o azar, as doenças e tudo o que pudesse ser prejudicial ao lar e seus moradores.

As oferendas e o culto geralmente eram realizados na cozinha, local onde as famílias se reuniam com mais frequência ou recebiam visitantes, possivelmente no cômodo central da casa ou mesmo na entrada.


Nesses espaços, eram colocados nichos, pequenos armários ou até mesmo pequenos altares (que podiam ser de pedra ou madeira).

Nos altares, havia amuletos, alimentos e outros tipos de objetos simbólicos, que eram sempre cultuados e oferecidos aos deuses, espíritos ancestrais e espíritos benevolentes.

Os romanos praticavam o culto frequentemente porque, em suas crenças, a negligência nesse sentido poderia trazer infortúnio e caos para o lar e a família.


As divindades mais cultuadas para esse tipo de proteção eram: Manes (ancestrais que cuidavam da linhagem familiar), Genius (o espírito protetor individual de cada homem; para as mulheres, era chamado de Juno) e as divindades chamadas Penates, que protegiam os recursos vitais da família (o suprimento de alimentos).

Para os romanos, desrespeitar os rituais era espiritualmente perigoso. Manter a chamada pax deorum (paz com os deuses) era essencial para a proteção coletiva e individual.


🙋‍♂️ Como eu disse em matérias anteriores, ao longo da história da humanidade, a prática de cultuar e respeitar as crenças divinas sempre esteve presente.

É isso aí, Meckianos! 👍

terça-feira, 29 de março de 2022

Objetos e crenças... #3 (Talismãs)

Esta é a terceira e última parte; nesta matéria vou colocar alguns talismãs que trazem boa sorte a quem os usa.

Os talismãs:

- Trevo de quatro folhas, seu significado é como símbolo de boa sorte na vida; em muitas culturas é considerado místico, também tem caráter religioso, com cada folha representando a ponta da Cruz. Acredita-se que cada folha tem seu significado, sendo amor, sorte, fé e esperança.

- Sapo, ganhar ou encontrar uma escultura de sapo é muito bom, pois trará paz, harmonia e prosperidade, também é símbolo de proteção.

- Grãos, sempre trazendo com você um saquinho com grãos (qualquer um), traz prosperidade e fartura.

- O trigo, colocando galhos de trigo na porta de entrada da casa, traz prosperidade e segurança aos moradores da propriedade em relação à parte financeira e, também fartura.

- Ankh (cruz ansata), é um símbolo muito antigo que significava para os egípcios o símbolo da vida. Este símbolo atrai, fertilidade, saúde e vida longa. Também é usado para proteção.

- Buda, deixar ele sempre de costas para a porta de entrada; atrai, boa sorte, felicidade e amor. Sempre coloque uma moeda fixa na parte de baixo da estatueta, esse procedimento atrai fortuna. Também serve como proteção.

- Folhas de boldo, pegue algumas folhas de boldo e faça como se fosse um "chá"; após limpar a casa, passe esse "chá" com pano por todo o chão da residência, também pode ser feito tipo aerossol; este procedimento atrai coisas boas com energias positivas. Também limpa e repele a negatividade.

- Folha de louro, coloque uma folha de louro no sapato, mas no pé direito e use normalmente no dia a dia; atrai boas energias e repele maus presságios.

Esses objetos são apenas alguns dos muitos existentes. Espero ter contribuído pelo menos um pouco para que você tenha sempre boa sorte.

👉 O mais importante é sempre lembrar que a sorte atraída é Deus trabalhando por ela. E independente dos objetos, o que você faz, atrai para sua vida; então são atitudes e pensamentos que trarão coisas boas ou não, fica a seu critério.

▶️Leia também:

- Objetos e crenças #1- Objetos e crenças #1 (Amuletos e Talismãs):

https://mecksworld.blogspot.com/2022/03/objetos-e-crencas-1.html

- Objetos e crenças #2 (Amuletos):

https://mecksworld.blogspot.com/2022/03/objetos-e-crencas-2-amuletos.html

É isso aí pessoal! 👍

segunda-feira, 28 de março de 2022

Objetos e crenças... #2 (Amuletos)

Esta matéria é a segunda parte e continuação, e nela colocarei alguns amuletos de proteção. 

Os amuletos:

- Ferradura, embora muitas pessoas acreditem que seu significado seja sorte, mas na verdade é para proteção, e vem da antiguidade (celtas), por sua forma e por ser de ferro. A ferradura era colocada nas portas das casas para espantar os maus espíritos.

- Elefante, é colocado de costas para a porta de entrada da residência como proteção. O elefante de costas evita que energias ou fluidos negativos entrem na casa. A referência à crença vem do hinduísmo.

- Hamsá ou chamsá, é colocado sobre a porta de entrada das casas, pois é usado como amuleto para combater o mau-olhado, afasta as energias negativas. Além de proteção, este amuleto também é um talismã, que traz prosperidade, sorte e felicidade.

- Espelho, ele é colocado na entrada das residências, pois dessa forma quando uma pessoa entra na casa, ela passa na frente do espelho e assim a negatividade dessa pessoa fica retida no espelho, e dessa forma evita que ela traga energias negativas nas residências e para seus moradores.

- Figa, essa crença vem desde os tempos antigos, acredita-se que ela repele tudo de ruim, como o mau-olhado e as energias negativas. Também é usado como talismã para atrair boa sorte.

- Plantas, muitas plantas servem de proteção para a casa, então aqui está o nome de algumas delas: Babosa, Espada-de-São-Jorge, Lírio-da-paz, Tomilho, Pimenta e Comigo-ninguém-pode. Todas essas plantas inibem e repelem a negatividade, o mau-olhado, coisas ruins e malignas.

- Sal, acredita-se que desde os tempos antigos seu poder é contra o mal e as negatividades. Serve para repelir espíritos malignos e obsessivos. O banho com sal, só do pescoço para baixo faz milagres.

- Olho Grego (Olho Turco ou Nazar), este amuleto protege contra a inveja, repele energias negativas e protege contra o mau-olhado.

Ao longo da história, muitos objetos de proteção são descritos em livros, documentários e filmes. Coloquei apenas alguns, mas existem inúmeros objetos.

🔊Na próxima matéria é a continuação e última, ela vai ser intitulada como Objetos e crenças... #3 (Talismãs), colocarei alguns objetos de sorte e prosperidade, e haverá uma descrição sobre eles.

▶️Leia também: 

- Objetos e crenças #1 (Amuletos e Talismãs):

https://mecksworld.blogspot.com/2022/03/objetos-e-crencas-1.html

- Objetos e crenças...#3 (Talismãs)

https://mecksworld.blogspot.com/2022/03/objetos-e-crencas-3-talismas.html

É isso aí pessoal! 👍

sábado, 26 de março de 2022

Objetos e crenças... #1 (Amuletos e Talismãs)

Nesta matéria falarei sobre objetos que os seres humanos usam desde a antiguidade na confiança de proteção e até boa sorte.

O ser humano é muito supersticioso e isso é retratado há muitos e muitos anos, pois a cada descoberta de alguma caverna antiga ou mesmo nas paredes de casas antigas, algum amuleto ou talismã é descoberto, seja para proteção ou para trazer boa sorte.

Mas amuleto e talismã não são a mesma coisa?

O dicionário diz que sim, mas na prática, eles têm significados diferentes, assim penso eu!

No meu modo de pensar, o amuleto é um objeto de proteção, enquanto o talismã é o que traz boa sorte e prosperidade.

Um exemplo muito clássico de um amuleto para proteção:

No século 18, as pessoas tinham medo de vampiros, e colocavam alho em portas, janelas e até pendurados perto de suas camas para se protegerem, pois a crença é de que o alho repele os vampiros.

Um exemplo bem conhecido de um talismã para trazer sorte:

Na Idade Média, as pessoas costumavam colocar moedas dentro das paredes de suas casas, e por isso pensavam que com esse procedimento teriam sorte e até prosperidade em termos de dinheiro.

Em todas as descobertas, desde a Idade da Pedra, no período Paleolítico, mais conhecido como o tempo do homem das cavernas, já era possível encontrar algum tipo de amuleto ou talismã. Isso porque o ser humano tem em sua essência bem tocada, a superstição.

🔊 Para não ficar muito longa esta matéria, vou dividi-la em três partes, as continuações desta matéria serão intituladas: Objetos e crenças... #2 (Amuletos) nela colocarei vários amuletos, e especificando os significados e para que serve cada um, e Objetos e crenças... #3 (Talismãs) também será especificado a serventia de cada um dos objetos.

▶️Leia também:

- Objetos e crenças #2 (Amuletos):

https://mecksworld.blogspot.com/2022/03/objetos-e-crencas-2-amuletos.html

Objetos e crenças #3 (Talismãs)

https://mecksworld.blogspot.com/2022/03/objetos-e-crencas-3-talismas.html

É isso aí pessoal! 👍

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Os Maias... (1)

Nessa matéria escrevo um pequeno resumo sobre os Maias, que pertenciam a uma antiga e extinta civilização que nome modo de pensar é uma das mais intrigantes. O que vai estar escrito é o que eu entendi de acordo com que já li, e documentários que assisti a esse respeito.

*Essa matéria vai ser dividida em duas, pois na segunda vou falar o que penso e a minha teoria.

Os Maias:

Os Maias construíram um verdadeiro império, onde habitava no meio das planícies tropicais que na atualidade conhecemos como Guatemala. 

A civilização Maia foi uma cultura mesoamericana (México e América Central antes da conquista espanhola do século XVI) pré-colombiana. E em todo século VI d.C., essa civilização conseguiu crescer.

Essa civilização sempre será digna de atenção pela linguagem escrita (símbolos possuindo por volta de mil caracteres) e uma incrível habilidade de construções arquitetônicas e grande desenvolvimento nas artes.

Os Maias tinham suas crenças em deuses, mas também tinham elevado conhecimento científico, tanto na matemática como na astronomia.

Era uma civilização que não tinha uma cidade central como sociedade, na real os Maias se dividam morando em cidades diferentes, apesar de muitos acharem eles pacíficos, eles não eram, pois havia muitas guerras entre as cidades, e dessa forma os vitoriosos mostravam mais força e poder. Algumas das cidades: Tikal, Palenke, Calakmul, Uaxactun, Cobá, Copán, Piedras Negras e Uxmal.

É acreditado por pesquisadores que o Império dos Maias foi extinto devido as mudanças climáticas, pois essa civilização dependia da agricultura, e houve uma enorme seca que devastou todo o cultivo entre os anos 1020 e 1100; e por fim todos os recursos naturais se acabaram; então começaram ir para outros lugares atrás de água e comida.

A religião:

Os Maias tinham muita obediência aos deuses, já que acreditavam que o sangue que corria em seus corpos era sangue divino, e que fora extraído direto dos deuses e dados a eles para que pudessem ter vida. Então os sacrifícios de animais e de humanos eram comuns; isso era uma forma de agradar os deuses, que eram: Hunab Kú (Deus supremo e criador de tudo); Huracán (Deus da tempestade e do fogo); Itzamná (Deus senhor da noite e do dia - filho de Hunab Kú); Kukulkán (Deus do vento); Kinich Ahau (Deus do Sol); Ixchel (Deusa da Lua, das inundações, da gravidez e do tecido); Chaac (Deus da chuva); Bitol (Deus do céu).

Havia os sacerdotes que eram conselheiros dos governantes das cidades, pois era acreditado que esses religiosos tinham uma conexão direta com os deuses, e desta forma tinham poderes sobrenaturais. Esses religiosos faziam rituais que eram considerados efetivamente milagrosos, onde eles faziam o uso de ervas e raízes, além de objetos como amuletos; então havia muita imaginação gerada, e com isso, esses rituais criavam uma relação de crença na magia e nas forças sobrenaturais, e sendo assim, a fé era total nas previsões que os sacerdotes diziam. 

A ciência:

Os Maias tinham muito interesse na astronomia, eles conseguiram contar o tempo só de observar o Sol e a Lua e seus movimentos. E com isso fizeram um calendário preciso dos 365 dias anuais e meses que teriam apenas 29 dias.

Então eles criaram dois calendários, sendo um para acontecimentos da vida religiosa e outro para eventos relacionados a agricultura:

- O calendário relacionado a vida religiosa tinha o nome de Tzolkim, e nele o ano tinha 260 dias, e era composto por 13 meses e cada mês com 20 dias. Esse calendário era determinado pela Lua, e assim foi contado a gestação humana; ele também possuía muitas previsões astrológicas para cada pessoa, como no amor, família, trabalho, saúde etc.

- O outro tinha o nome de calendário de Haab, que servia para eventos da agricultura, e nesse calendário o ano tinha 365 dias de acordo com o ano solar, ele era dividido em 18 meses com 20 dias cada mês, sendo 5 dias dedicados a celebrações como o cultivo e a colheita das plantações.

👉 Esses dois calendários foram feitos para se unirem a cada 52 anos, pois havia uma sincronização matemática com relação a trajetória do planeta Vênus. E a cada 3.172 anos solares acontecia a convergência do início desses dois calendários, e isso para os Maias significava o recomeço de uma Nova Era.

- Possivelmente o número zero começou através dos Maias, onde era representado por um cesto vazio.

Símbolos e o calendário

Existe um estudo que relaciona os Maias com a cidade perdida de Atlântida; esse estudo diz que os Maias pertenceram a civilização de Atlântida, mas esse estudo é rejeitado pela maioria dos especialistas e pesquisadores. 

terça-feira, 17 de novembro de 2020

Escavações encontra muitos caixões da antiguidade egípcia...

Foi desenterrado na necrópole de Saqqara (Egito) mais de cem caixões com mais de 2.500 anos.

Os caixões são de madeiras que foram meticulosamente pintados e dentro de muitos havia múmias bem preservadas; nas palavras do ministro egípcio de turismo e antiguidades Khaled el-Enany para jornalistas: "em perfeitas condições de preservação". 

Devido ao nível alto de qualidades dos caixões, significa que ali foram enterrados governantes e pessoas de status elevados; assim é pensado pelos especialistas.

Também foram encontrados quarentas estatuetas, máscaras funerárias, amuletos, e vasos canópicos (reservatório usado para colocar órgãos removidos do falecido no decorrer do procedimento da mumificação).

O egiptólogo Zahi Hawass disse à revista Egypt Today: "Esta descoberta é muito importante porque prova que Saqqara foi o túmulo principal da 26ª Dinastia" (meados dos anos 600 aC a 525 aC). 

É pretendido que caixões recém-descobertos e todos os artefatos, serão colocados no Grande Museu Egípcio (GEM), que possivelmente será inaugurado no ano que vem.

Reprodução de imagens: Google

*Em escavações anteriores encontraram caixões e artefatos, mas esses achados recentes são considerados pelos especialistas como maior descoberta do ano.

Entenda um pouco sobre necrópole de Saqqara:

No Antigo Egito tinha a cidade de Mênfis que era uma das diversas capitais do país naquela época; lá havia um complexo de sepultamento chamado Saqqara; que é denominado como necrópole de Saqqara.

A necrópole de Saqqara fica localizada aproximadamente 30 km ao sul da cidade do Cairo que também é a capital do Egito.

Nos dias atuais é um grande sítio arqueológico com mais de 6/km de comprimento e 1,5/km de largura, onde já foram encontrados diversos sarcófagos e artefatos.

Fonte: The New York Times – Reuters – Wikipédia - Google Maps