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| Montagem da escrita |
terça-feira, 2 de dezembro de 2025
O Quadro Amaldiçoado de Hastings: Mistério e Energia Invisível...
segunda-feira, 27 de maio de 2024
Fantasmas na história da humanidade👻...
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| Estrada da Grécia |
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| O livro |
quarta-feira, 25 de outubro de 2023
Um teatro brasileiro assombrado...
domingo, 5 de maio de 2024
Entrei na casa onde vi o rosto fantasmagórico de uma mulher na porta...
Mas depois de um tempo, eu estava filmando a frente da casa pela janela, e continuei filmando até a porta, e filmei os dois lados da frente, e então, do nada, uma pedra foi lançada contra uma planta.
quarta-feira, 29 de outubro de 2025
O Fantasma da Obra👻... (Um Conto de Reboco e Paixão)
sábado, 2 de maio de 2020
"A Realidade de Madhu" : A Profecia do Coronavírus; será? ...
O livro é um romance de ficção científica denominado "A Realidade de Madhu" escrito pela autora Melissa Tobias no ano 2013; o livro está sendo muito comentado devido conter uma pseuda profecia sobre o Coronavírus na página 183.
O livro "A Realidade de Madhu" (um pequeno apanhado do que se trata):
Uma mulher chamada Madhu é abduzida por uma nave alienígena e através desta abdução ela se interagiu com diversos seres de outros planetas.
E descobriu que ela foi abduzida por ser a escolhida para uma grande missão; tendo o poder para fazer a diferença no nosso planeta, ou seja, sua missão é de fazer da Terra um local melhor de se viver.
A página 183 do livro:
"Em 2020, quando a Terceira Realidade terminou de envolver todo o planeta Terra, uma pandemia global matou mais de três bilhões de terráqueos. Foi um momento muito caótico que durou por dois anos. Foi uma pandemia viral psicossomática que penetrava somente em corpos incompatíveis com a vibração de amor ao próximo, Não havia para onde fugir - explicou Tarala".
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| Página 183 do livro |
Em entrevistas indagada pelas previsões, Melissa Tobias relatou que se inspirou em um estudo denominado "Data Limite" do renomado médium brasileiro Chico Xavier, que diz que em meados do ano de 2019, a Terra iria passar por uma transformação.
A autora também disse que não houve nenhuma previsão ou profecia em sua obra, apenas se trata de uma ficção científica e escolheu o ano de 2020,
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| Melissa Tobias e o livro |
Minhas considerações:
É claro que é de ficar intrigado quando ela refere sobre uma pandemia, mas a pandemia retratada no livro, se trata de um outro tipo que seria doenças causadas pelo emocional, exemplo: raiva, ansiedade, angústia, medo ou desejo de vingança. E a pandemia em que vivemos agora é um vírus letal, que pode levar à morte: pessoas idosas, pessoas com doenças pré-existente como cardiopatas, mas também não significa que jovens saudáveis não podem morrer, pois, já houve muitas mortes de muitas pessoas saudáveis e sendo independente da idade. Infelizmente é um vírus com uma complexidade enorme.
O ano no livro é citado 2020 e a pandemia que vivemos agora, teve sua origem no ano de 2019.
Outro fato, é o que a própria autora disse sobre onde ela se inspirou em colocar uma pandemia e uma data.
E além do mais, podemos ver com nossos próprios olhos que tem pessoas que contraíram o vírus e não aconteceu nada, e não são exatamente pessoas que podemos dizer que tem "vibração de amor ao próximo", ao contrário, são pessoas que só pensam estar no poder.
Mas acredito que este livro é bem interessante e que vale a pena ler.
Bom pessoal é isso aí e, deixo o meu recado: Se puder #FICAEMCASA 👍
Se você tiver interesse em saber:
- sobre o Coronavírus, clica aqui → .
- saber um pouco de Chico Xavier, clica aqui → .
quinta-feira, 18 de junho de 2020
A ganância de poder e o fanatismo religioso na história... (Monstros Humanos)
Um dos exemplos foi a Santa Inquisição e seu triste conceito de achar que tudo que fugia ao seu entendimento era obra do demônio; matando muitas pessoas pelo mundo a fora devido a ignorância e preconceito.
Usavam um conceito que denominaram como demonolatria, que seu significado era devoção à Lúcifer (diabo), que estava diretamente ligado as crenças em divindades pagãs, ao curanderismo que era relacionado a prática de magia e a feitiçaria, ao homossexualismo, ao judaísmo, a própria mulher (era um elo fraco) ou seja, tudo era obra ou cobiça do diabo, porém com o passar do tempo a ganância e o poder falou mais alto e matavam e prendiam para obter as posses de suas vítimas.
Mas infelizmente na história de tempos em tempos surgem grupos com o intuito de se darem bem; o exemplo mais medonho é o que chamamos de fanatismo religioso:
O fanatismo religioso se resume a certos grupos que ficam alinhados na defesa do que eles desejam e não respeitando e não aceitando as diferenças; e por incrível que pareça usam o nome de Deus para também justificarem seus preconceitos; porém nestes tipos de grupos um líder se destaca como o 'senhor da palavra de Deus', e a partir desde momento começa a exploração da fé das pessoas que eles conseguiram como seguidores. E são esses seguidores que vão alimentar os grupos que até então eram apenas fanáticos religiosos preconceituosos.
Então a ganância e o desejo do poder vem à tona e aqueles que surgiram como 'o senhor da palavra de Deus' se tornam os falsos profetas que são apoiados pelo grupo de pessoas alinhadas a eles, que tem por objetivo atrair mais e mais seguidores.
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| Exploração da fé |
Mas uma coisa é certa, todos aqueles que passaram pela humanidade cujo o propósito foi de perseguir minorias e assim propagando o preconceito, a discriminação e a discórdia entre religiões e crenças, usando o nome de Deus com o intuito de explorar a fé pela ganância e o poder, sempre caíram por terra e foram todos derrotados.
- Santa Inquisição (fanatismo religioso e ganância do poder, perseguição as minorias);
- Adolf Hitler (fanatismo religioso, perseguição as minorias e supremacia branca, ganância de poder);
- Saddam Hussein (ganância de poder, perseguição as minorias);
- Josef Stalin (mortes e ganância de poder);
- Jim Jones (fanatismo religioso e ganância de poder).
* Após a morte, os falsos profetas e aqueles participaram e provocaram genocídios, aqueles que mataram e promoveram a discórdia, o ódio, o preconceito e agressões usando o nome de Deus, vão se tornar no mundo espiritual seres bestiais humanos e depois futuros demônios.
quinta-feira, 29 de outubro de 2020
A crença em vampiros...
▶️ Quero lembrar que aqui no blog não tem como postar vídeos, apenas Gifs e fotos. Lembre-se também de que às vezes os Gifs podem demorar um pouco para abrir.
👨💻 Essa matéria é sobre personagens da história que levantaram suas vozes para dizer que vampiros eram algo real.
No século XIX a história mais famosa sobre os vampiros foi Drácula, de Bram Stoker, contada em forma de ficção, porém no manuscrito original da obra o autor escreveu um prefácio a respeito da veracidade do ocorrido, mas esse prefácio foi banido da publicação no ano de 1897.
No prefácio o autor deixa bem claro que sua história era real e que não era ficção:
“Estou bastante convencido de que não há dúvida de que todos os eventos aqui descritos realmente ocorreram, por mais inacreditáveis e incompreensíveis que possam parecer à primeira vista. E estou ainda convencido de que eles devem permanecer sempre até certo ponto incompreensíveis.” (Bram Stoker).
No século XVIII devido a diversos relatos de ataques de vampiros na Europa oriental, o abade beneditino Antoine Agustín Calmet que foi um renomado especialista da Bíblia, resolveu ir atrás dessas histórias e chegou à conclusão de que se tratava de algo real e não imaginário.
Calmet escreveu Dissertações em dois volumes expondo o assunto do sobrenatural: Traité sur les apparitions des esprits et sur les vampires ou les revenans de Hongrie, Moravie etc. (Tratado sobre as aparições de espíritos e sobre os vampiros ou ressurgidos da Hungria, Morávia etc.).
No prefácio ele escreveu:
“Minha intenção é tratar aqui a questão dos revividos ou vampiros da Hungria, Moravia, Silésia e Polônia, arriscando a ser criticado de alguma maneira: os que o creem verdadeiros me acusarão de temeridade e presunção, por ter colocado em dúvida, ou mesmo ter negado sua existência e realidade, outros me repreenderão por ter empregado meu tempo a tratar desta matéria, que passa por frívola e inútil no espírito de muitas pessoas de bom senso. De alguma maneira penso que terei de boa vontade aprofundado uma pergunta, que parece importante para a religião: porque se o regresso dos vampiros é real, importa defendê-lo e prová-lo e, se é ilusório é do interesse da religião desenganar os que o creem verdadeiro e destruir um erro que pode ter muitas consequências” (Agustín Calmet - 1746).
Em suas dissertações ele escreveu sobre os relatos:
"voltam à terra, falam, andam, infestam aldeias, maltratam homens e feras, sugam o sangue de seus parentes próximos, destroem sua saúde e, finalmente, causam sua morte.”
“Esses mortos-vivos, escreveu ele, “são chamados pelo nome de vampiros”.
Ele não teve dúvida alguma sobre relatos e histórias que lhe foi contada em suas investigações a respeito dos vampiros, pois todos os relatos e histórias de lugares diferentes tinham os mesmos contextos, ou seja, elas se encaixavam, sendo detalhadas e consistentes.
O abade não ficou preso apenas na investigação sobre os vampiros, mas também investigou relatos de outras aparições.
Calmet foi criticado e desacreditado por muitos, mas suas investigações e relatos serviram para que muitas obras literárias fossem realizadas.
*Minha consideração:
Como sempre digo, eu acredito em tudo até que seja comprovado que não é real. Não é porque não vi, significa que não existe.
👉Leia a respeito de Vlad III - O Drácula, clica aqui → .
Fonte: National Geographic Channel - Wikipédia - Histórias & Parcerias
quarta-feira, 6 de dezembro de 2023
O Quebra-Nozes e o Natal🎄... (Curiosidade)
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
As bruxas de Salem...
Tudo começou na cidade de Salem, quando a filha (Elizabeth Parris - nove anos) e sobrinha (Abigail Williams - onze anos) do pastor local Samuel Parris, apresentaram quadro de febre, convulsão, alucinações.
A família preocupada chamou o médico e depois de exames realizados nas garotas, ele notou que as meninas estavam tomando remédios feitos em casa, então aí veio a bomba "isso é obra do diabo", coisa de bruxaria.
Essa notícia se espalhou rapidamente e as pessoas fanáticas religiosas ficaram com medo, e isso fez com que as meninas fossem pressionadas pelos líderes religiosos, e para não serem acusadas de bruxas, elas acusaram três mulheres Tituba (serviçal do Parris), Sarah Good (uma andarilha), e Sarah Osborne (uma senhora idosa e pobre).
E assim, em Salem criaram uma corte que julgaria as pessoas que foram indicadas como bruxas.
A primeira a ser levada à corte, foi a serviçal Tituba, com a acusação de contar histórias de bruxas para as meninas e pelo remédios caseiros; então, para se livrar das acusações Tituba disse que um homem (diabo) a procurou e disse o que ela tinha que fazer, para se livrar da acusação de bruxaria, ela acabou apontando alguns nomes tanto de mulheres como de homens. Ela se livrou sendo vendida e foi embora da cidade.
E aí a coisa foi de mal a pior, pois, começava um onda de caça às bruxas, com crueldades e insanidades devido a extremismo religioso.
Bridgte Bishop, foi a primeira a ser condenada por bruxaria e assassinada na forca, isso porque ela não era associável com os seus vizinhos.
Com o decorrer dos meses, inúmeras pessoas foram presas e acusadas de bruxaria, e cada dia que passava só aumentava, até uma criança de quatro anos chegou a ser presa.
Esse absurdo só teve um fim quando o governador William Phipps acatou uma solicitação de Increase Mather que na ocasião era o presidente da Universidade Harvard (Harvard College), que denunciava todo o ocorrido com o uso de testemunhos especulativos (evidências através de sonhos e visões). Isso deve ter sido um alívio para o governador William Phipps, pois, até sua esposa estava também sendo indiciada por bruxaria.
Os dizeres de Increase Mather: "É preferível deixar escapar dez pessoas suspeitas de bruxaria do que condenar uma pessoa inocente".
No dia 29 de outubro de 1693 todos os julgamentos tiveram fim.
O resultado desse fanatismo, extremismo, e fundamentalismo religioso foi:
- 200 pessoas acusadas
- 14 mulheres enforcadas (assassinadas)
- 5 homens enforcados (assassinados)
- diversas pessoas morreram na prisão (considerado assassinatos)
- 1 homem foi apedrejado (assassinado)
Em um documentário que assisti, é também considerado que após condenações e mortes, a ganância falou alto e aí haviam pessoas de posses, que também foram condenadas por bruxaria para que todos seus bens fossem tomados.
No ano de 1711, as famílias das vítimas receberam indenizações; o valor foi de 600 libras.
Após 250 anos destes absurdos de caráter fundado em fanatismo religioso, o estado de Massachusetts se desculpou formalmente no ano de 1957.




















































