Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta figura escura. Ordenar por data Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta figura escura. Ordenar por data Mostrar todas as postagens

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Uma figura escura me seguiu... (relato)

Essa história é algo que aconteceu comigo e não faz muito tempo.

Acontecimento:

Algum tempo atrás fui em um jardim tentar encontrar evidências sobrenaturais; foi tudo muito tranquilo e consegui resultado, pois o aparelho apitou algumas vezes indicando presença de seres e do Guardião.

Depois de terminar minhas atividades fui almoçar no apartamento de uma prima, porque já havia combinado com ela. Assim que cheguei ao apartamento, bebi água e fui até a sacada dar uma olhada nas imagens que havia filmado e fotografado no meu celular.

Quando estava na sacada olhando as imagens, algo me chamou a atenção no condomínio vizinho ao lado de onde eu estava; assim que olhei vi a sombra escura e densa de uma figura (corpo físico) me olhando de cima do telhado. 

Fiquei olhando aquela figura e ela começou a se afastar e depois sumiu atrás de uma parede de caixa d'água (acho que é isso) que fica em cima do telhado dos blocos de apartamentos.

Foi tão rápido que não tive atitude de filmar, só fiquei olhando aquela figura até ela desaparecer. 

O Gif abaixo mostra como foi, e figura é praticamente igual a que vi.

No meu entendimento, acredito que foi o Guardião que me seguiu para me observar, talvez por curiosidade.

Eu estava pedindo contato, o Guardião estava perto de mim, mas como ele era muito translúcido eu não o vi, mas quando eu saí, ele me seguiu, e na cobertura do condomínio ele se mostrou com um corpo físico completamente escuro.

Na imagem abaixo fiz uma montagem mostrando como deve ter sido no local onde eu procurava por evidências sobrenaturais:

Depois daquele dia nunca mais o vi, mas pretendo voltar àquele jardim, e quem sabe ele se revele ali em alguma imagem. Será muito interessante!

👉Se você tiver interesse em ver o dia que fui no jardim atrás de evidências sobrenaturais, clica no link abaixo:

https://mecksworld.blogspot.com/2021/10/aparelho-detecta-forte-presenca.html

É isso aí pessoal!👍

domingo, 15 de março de 2026

Passos Sombrios 👣... (Relato)

▶️ Quero lembrar que aqui no blog não tem como postar vídeos, apenas Gifs e fotos. Lembre-se também de que às vezes os Gifs podem demorar um pouco para abrir.


👨‍💻 Este relato intrigante foi enviado por um leitor que preferiu não se identificar, com receio de não ser levado a sério ou virar motivo de piada.

O Relato:

"Eu sempre tive o hábito de caminhar pelas ruas da minha cidade à noite. Gostava da tranquilidade: poucas pessoas, trânsito quase inexistente, e aquele silêncio que me trazia paz.


Mas numa certa noite, algo estava diferente. Saí de casa por volta das 23h30, mesmo sentindo uma estranha vontade de desistir. Cheguei a me repreender: 'Para de preguiça, rapaz!', e fui.

Passei pela praça principal, segui em frente à igreja e contornei o quarteirão. Foi então que ouvi passos pesados atrás de mim. Olhava para trás e não via ninguém. O som era forte, constante, e me deixava em alerta. Não parecia um assalto, minha cidade é pequena e tranquila. Era algo diferente, assustador, inexplicável.


Acelerei o passo, mas os passos me seguiam. Logo estava praticamente correndo, sentindo que minha casa nunca chegava. A agonia crescia a cada segundo. Finalmente alcancei o portão, entrei na varanda, abri a porta e, antes de entrar, olhei para a rua.

Os passos pararam em frente à minha casa. Foi então que percebi uma figura escura, e logo uma risada alta e sinistra ecoou... e, de repente, tudo silenciou.


Entrei apavorado, fiz o Sinal da Cruz, rezei, e decidi: nunca mais caminharia à noite, principalmente durante a Quaresma. Até hoje, lembro daquele som dos passos e sinto o mesmo medo."

 🙋‍♂️ Agradeço ao leitor pelo relato. Passos sem corpo, seguidos de uma risada na escuridão, e uma figura escura... é de arrepiar qualquer um.


❓ E você, Meckiano, já passou por algo inexplicável assim?

📧 Se você tiver uma história, um relato ou imagens que gostaria de compartilhar, envie-os para o seguinte endereço de e-mail:

meckworld@gmail.com

É isso aí, Meckianos!👍

quinta-feira, 5 de março de 2020

Dois relatos sobrenaturais: Família Fantasma e Sombra Negra... (Relatos)

Eu recebi um e-mail a respeito de duas histórias onde são relatados avistamentos de uma sombra negra e uma família fantasma.


A pessoa que me enviou este e-mail pediu que seu nome não fosse divulgado, então vou me referir a ela com o nome de Carla.

Vamos a primeira história.

Família Fantasma:

Há uns seis anos atrás, Carla passava suas férias com seu marido em Praia Lagoinha na cidade de Ubatuba, no estado de São Paulo (Brasil), mas no seu último dia de férias resolveram aproveitar o dia todo e retornar para sua casa na cidade de Campinas (SP) de madrugada.

Quando era por volta das duas horas da madrugada os dois já estavam na estrada de moto retornando para casa.

O marido de Carla pilotava e ela estava na garupa, depois de um certo tempo Carlas sentiu um certo zigue-zague na moto e se assuntou, em seguida seu marido disse olha lá, e nesse momento ela viu no acostamento da estrada escura quatro pessoas, sendo: um homem, uma mulher, um menino e uma menina, todos estavam de mãos dadas com um olhar fixo para frente, apenas o menino acompanhou com os olhos eles passarem de moto.

Até aí, uma família em uma estrada não é tanto de se estranhar, mas em uma estrada escura, na madrugada sem nenhum carro ou residência aos arredores, aí fica um pouco mais complicado, e piora então com a descrição que Carla relatou, pois, todos aparentavam cinzentos e ao mesmo tempo translúcidos e tinham marcas no rosto e braços como se fossem arranhões.

Carla comparou a cor desta família com a cor da garota do filme “O Exorcista”, mas que eram também transparentes, pois, dava para ver a vegetação através deles.


Carla escreveu: “Nunca na minha vida vou me esquecer disso.”.

A segunda história.


Sombra Negra:

No domingo dia 1 de março de 2020, Carla e sua filha saíram de sua casa com o carro por volta das 21h00 (PM) para levar sua sogra para a casa dela. O céu estava limpo, só com algumas estrelas que ela conseguiu ver devido as ruas serem bem iluminadas.

Tudo estava indo bem, até o trânsito de carro estava bem tranquilo naquela noite, de repente pelo retrovisor ela viu uma sombra negra passar atrás de seu carro como se estivesse atravessando a rua; mas assim que ela viu, imediatamente reduziu a velocidade do carro e olhou para atrás e não viu mais nada, nem sinal algum. Ninguém no carro viu nada, nem sua sogra e nem sua filha.

De acordo com a Carla, a sombra negra era densa, bem alta e sua silhueta aparentava ser masculina.


Carla escreveu: "Foi muito assustador.".

Minha opinião a respeito destas duas histórias:

Em relação a primeira história da Família Fantasma, eu acredito que as pessoas avistadas na estrada, eram fantasmas mesmo, pois, devem ter morrido naquele local e ficou a energia. Saiba um pouquinho mais sobre fantasmas clicando aqui → ۝.

Já a Sombra Negra que ela viu, é denominado como figura sombria, que pode ser um fantasma ou algum ser que não quer mostrar sua real identidade. Saiba um pouco sobre figura sombria clicando aqui → ۝.

domingo, 10 de agosto de 2025

O Casebre do Cemitério Silencioso...

▶️ Quero lembrar que aqui no blog não tem como postar vídeos, apenas Gifs e fotos. Lembre-se também de que às vezes os Gifs podem demorar um pouco para abrir.

👨‍💻 No coração esquecido do Brasil, entre montanhas silenciosas cobertas por mato alto e florestas úmidas, existe um vilarejo chamado Pedra Fria, que praticamente poucos mapas registram, e menos ainda se ouve falar dele.


Pedra Fria é um vilarejo que não vive, simplesmente resiste. A vida lá é lenta e silenciosa, mas não serena. As janelas fecham-se antes do pôr do sol, não por medo da noite, mas por respeito ao que nela desperta.

Quem conhece o vilarejo sabe que ali existe um lugar que nem o silêncio ousa visitar: um lugar milenar chamado O Casebre do Cemitério Silencioso.

Todos sabem que aquela construção antiga fica a pouco mais de quatro quilômetros da praça principal, mas ninguém se atreve a passar por ali.

Os moradores raramente conversam com estranhos, e se alguém perguntar sobre o casebre e o cemitério, a resposta é sempre a mesma: um silêncio pesado e um olhar de advertência que diz: "Não fale. Não vá. Não escute."


O cemitério é cercado por um muro de pedras, coberto por musgo, mato e esquecimento; ele guarda túmulos sem nome, mas há símbolos que parecem mais antigos que a própria linguagem.

O casebre, aninhado contra o muro de pedra, é conhecido como "A Casa das Portas Escuras".

Uma história diz que à noite as portas escuras se abrem sozinhas e vozes vêm de dentro, chamando nomes que ninguém quer ouvir.

👣 O começo deste caso:

Numa cidade grande e barulhenta, que fica muito longe do vilarejo Pedra Fria, cinco investigadores paranormais (Antônio, Eduardo, Sônia, Silvia e Bruno) ficaram sabendo da lenda.


Não foi por meio de um vídeo ou de uma reportagem sensacionalista, mas sim por algo muito mais discreto: um pequeno artigo de jornal amarelado que Antônio encontrou em uma loja de livros usados, escrito em letras desbotadas, mencionando um vilarejo onde "portas se abrem sozinhas" e "os vivos não voltam os mesmos". A manchete, impressa em letras pequenas, dizia: "Vilarejo em pânico teme casebre e antigo cemitério".

Também mencionava que o local havia sido evitado por gerações, após "acontecimentos trágicos" que ninguém se dispôs a explicar.

Não havia fotos, apenas uma ilustração antiga e desbotada mostrando o portão do cemitério aberto e, ao fundo, colado no muro, um casebre.


Antônio, ao ler, mostrou ao grupo, e ao lerem sobre o vilarejo de Pedra Fria, viram ali uma oportunidade perfeita, pois não eram aventureiros comuns, eram um grupo especializado, e como tinham um canal dedicado à investigação de lugares mal-assombrados e lendas urbanas, acreditavam que seria um episódio amplamente divulgado, talvez o mais impactante de todos.

📼 Registros das filmagens, até o desfecho:

Uma semana depois, o carro velho já subia a estrada de terra em direção ao vilarejo Pedra Fria. A lua, pálida e solitária, parecia segui-los, e o vento frio parecia penetrar na lataria do carro.

Nenhum deles sabia... mas os moradores, que os viram passar, fecharam as cortinas e se trancaram dentro de suas casas, como se já soubessem o final da história.


A estrada de terra parecia interminável. O carro chacoalhava a cada buraco, e as árvores retorcidas ao longo das laterais projetavam sombras que lembravam garras que poderiam a qualquer momento atacar quem passasse.

O vento forte e frio assobiava entre os galhos, e às vezes o som parecia formar palavras incompreensíveis.

Bruno, ao volante, tentou parecer despreocupado e fez algumas piadas. Sônia, no banco do passageiro, olhava pela janela, observando a escuridão entre as árvores e se perguntando por que os moradores se recusavam a ir com eles. Antônio, no banco de trás, filmava a paisagem e estava animado com o vídeo, pois o medo dos moradores poderia trazer muitas visualizações. Eduardo, ouvindo música com fones de ouvido, e Silvia, com uma expressão preocupada.


Quando o carro parou, a cena diante deles era sufocante: o casebre, meio escondido pela neblina, erguia-se como uma sombra sólida. O cemitério abandonado, murado por pedras cobertas de musgo e mato, estendia-se até onde a neblina alcançava. O portão de ferro estava entreaberto e rangia... sozinho.

Logo, um longo uivo ecoou por algumas árvores; não parecia um animal... e também não parecia um humano. Eles se entreolharam, mas não, mas não deram muita importância, ou pelo menos não queriam parecer assustados.

O grupo caminhou até a porta do casebre. A madeira velha gemeu alto quando Eduardo empurrou, e um ar gelado escapou lá de dentro, trazendo um cheiro de mofo e terra molhada.


O interior era escuro, mesmo com lampiões e lanternas acesos. Móveis antigos estavam cobertos por lençóis empoeirados, e as paredes descascadas revelavam madeira escurecida pela umidade. 

No fundo, duas portas enormes se destacavam: de madeira escura, com trincos enferrujados e marcas profundas, como se algo tivesse arranhado por dentro.

Bruno filmava tudo o que acontecia com o grupo, e Antônio, com uma câmera, filmava as portas escuras, e ele foi caminhando em direção delas...


Então, uma das portas moveu-se lentamente, rangendo. Nenhum deles tocou nela.

Antônio ainda filmando, puxou o trinco. A porta se abriu apenas alguns centímetros, revelando uma escuridão tão densa que parecia absorver toda a luz das lanternas e dos lampiões.

De dentro, vinha um som abafado... como centenas de vozes sussurrando ao mesmo tempo, sem que uma única palavra fosse compreendida.


Então Antônio passou pela porta, desaparecendo nas sombras. A porta se fechou sozinha com um
estrondo. Todos correram até ela, chutaram, puxaram, mas a porta não se moveu.

Do outro lado, algo pesado caiu no chão. Depois, silêncio absoluto.


Sílvia, assustada, olhou pela janela e começou a filmar, e entre as lápides, uma figura alta, magra demais para ser humana, movia-se lentamente. A figura parou e se virou para ela. Os "olhos" não eram olhos… eram duas fendas brilhantes. Ela alertou que tinha alguém lá fora.

O portão do cemitério se fechou com força, embora não houvesse mais vento. Dentro do casebre, as lanternas começaram a piscar e um estranho ruido tomou conta do Spirit Box. E em meio aos ruídos, vozes distorcidas emergiram, proferindo palavras que pareciam vir de todos os lugares.


Então todos correram para a porta da frente. Quando abriram… não havia estrada; o cemitério se estendia em todas as direções, como se o casebre tivesse sido engolido por ele.


Entre as lápides, vultos começaram a se aproximar, movendo-se com um barulho de ossos deslocados. Dentro do casebre, as portas negras se abriram de vez, revelando um corredor estreito, que antes não estava ali. O som de centenas de unhas arranhando madeira ecoou pelo ambiente.


Eduardo correu para dentro do corredor. Sônia tentou segui-lo, mas algo agarrou seu pé com força e a puxou para a escuridão. Seu grito foi abafado pelas vozes profundas que pareciam entoar um cântico.

Na manhã do dia seguinte, o carro do grupo foi encontrado por um dos poucos moradores que ainda ousava sair logo cedo; o carro estava estacionado na estrada de terra do vilarejo, com a porta aberta e o motor frio. Então o morador chamou a polícia.


Foi então que as autoridades policiais recolheram todos os equipamentos, incluindo câmeras, gravadores, celulares, etc.

As gravações mostravam o grupo explorando o casebre, as portas negras se movendo sozinhas, e vultos surgindo entre as lápides.


Em determinado momento, Antônio e Sônia são vistos sendo puxados por sombras escuras, que se estendem como braços feitos de fumaça e escuridão.

As vozes nos áudios são distorcidas, profundas, como se viessem debaixo da terra ou de todos os lugares.

E o último trecho mostra o corredor que não existia antes, se abrindo… e Eduardo correndo para dentro dele, seguido por gritos e ruídos.

No final, apenas Bruno e Sílvia foram encontrados. Mas eles não pareciam estar vivos. Pareciam... vazios.

Relatório Final:

A investigação permanece em curso, sendo tratada como caso de desaparecimento. Não há evidências concretas que justifiquem qualquer interpretação fora dos parâmetros convencionais. O local foi isolado para perícia, e os dois indivíduos (um homem e uma mulher) foram encaminhados para avaliação médica.

Classificação preliminar: Desaparecimentos de três pessoas em área rural isolada.

Encaminhamentos: Aguardando laudo técnico e depoimentos formais.

Caso Encerrado: Devido ao conjunto de circunstâncias apresentadas e aos fenômenos carentes de explicações racionais, o caso foi encerrado:

- Sem conclusão oficial.


 E como em todos os verdadeiros mistérios, o silêncio prevaleceu:

- A história foi esquecida.

- Apenas uma longa lista de desaparecidos, ou melhor... escondida.

- Mais três nomes na lista.

- Outra história que ninguém quer contar.

- Outra verdade escondida atrás de portas escuras.


📝 Essa é uma história fictícia, mas é uma forma de chamar a atenção para a não ficção, pois se considerarmos o número de desaparecidos no Brasil, e no mundo, infelizmente, a lista só cresce!

🙋‍♂️ Apenas um lembrete:

Não é porque você não acredita,
quer dizer que não existe!
👻
É isso aí, Meckianos!👍

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

O Quadro Amaldiçoado de Hastings: Mistério e Energia Invisível...

▶️ Quero lembrar que aqui no blog não tem como postar vídeos, apenas Gifs e fotos. Lembre-se também de que às vezes os Gifs podem demorar um pouco para abrir.


👨‍💻 Nesta matéria, conto a história real de uma pintura, mas também compartilho minha opinião e perspectiva sobre o assunto.

O Quadro Amaldiçoado:

No mês de agosto de 2023, no Centro de Aconselhamento e Representação de Hastings (HARC),  localizado no bairro de Hastings, na cidade St Leonards-on-Sea, no condado East Sussex (Reino Unido), recebeu uma doação de um quadro aparentemente comum.

O quadro retrata uma menina de vestido vermelho, com uma expressão séria e olhar fixo, mas chama a atenção por sua melancolia. O fundo da pintura é claro e, ao mesmo tempo, possui uma atmosfera escura e misteriosa que parece transmitir um certo vazio.


No entanto, o que ninguém poderia imaginar é que a obra se tornaria um fenômeno mundial. Para se ter uma ideia, o quadro foi vendido duas vezes em apenas dois dias. E as duas vezes voltou, ou seja, foi devolvido.

A primeira compradora devolveu rapidamente, dizendo apenas que precisava "se livrar dele". A segunda repetiu o gesto, sem dar muitas explicações. Intrigados, os funcionários da loja decidiram colocar um aviso no quadro, que viralizou nas redes sociais:

Montagem da escrita 
"Ela voltou!!! Vendida duas vezes e devolvida duas vezes!" (referindo-se à garota retratada na pintura).

Segundo relatos posteriores, o quadro foi doado por um homem de meia-idade, cuja identidade permanece desconhecida. Uma das compradoras, após levar a obra para casa, afirmou ter visto uma figura demoníaca a perseguindo. O relato, embora não confirmado oficialmente, reforça a aura de mistério e inquietação que envolve a pintura.

Energias aprisionadas em objetos:

Acredito que os objetos podem carregar energias de seus donos, dos lugares por onde passaram ou até mesmo dos artistas que os criaram. No caso da garota de Hastings, é possível imaginar que o pintor tenha colocado parte de seus conflitos internos, seus "monstros invisíveis", ou até mesmo "monstros visíveis" na obra.


O olhar fixo da menina pode refletir a dor ou o desconforto do artista, e o fundo um tanto vazio reforça a sensação de peso, como se algo estivesse oculto.

Se observarmos a reação dos compradores, que devolvem as obras com frases como "preciso me livrar dela", veremos que esse é o impacto emocional imediato da obra. Portanto, noto que o desconforto não é mera superstição, mas uma reação genuína à energia transmitida pela obra, ou que ela carrega consigo.


Posso afirmar com certeza que os seres humanos, além de serem fascinados pelo inexplicável, também sentem que energias invisíveis podem interferir e perturbar suas vidas. E embora muitos neguem que objetos possam carregar maldições, em casos como este, fica bastante claro que maldições e energias liberadas podem se apegar a objetos, e não apenas a objetos, mas também a lugares e pessoas. Isso pode gerar emoções e dor de diversas maneiras, decorrentes de eventos passados.

O quadro da menina de Hastings não tem um título oficial, mas é popularmente conhecido como "o quadro amaldiçoado". Mais do que uma obra de arte, o quadro tornou-se representativa de como a arte pode evocar emoções intensas e medo, mas serve principalmente como um alerta de que sim, objetos podem ser amaldiçoados.


🙋‍♂️ Fica aí essa reflexão:

Se algo lhe causa angústia, tristeza ou sentimentos inexplicáveis, talvez seja uma boa hora para se livrar daquilo que desperta esses sentimentos ruins em você, e digo isso literalmente.

É isso aí, Meckianos!👍

sexta-feira, 28 de junho de 2024

Bisão branco encontrado e uma história de dois mil anos...


▶️ Quero lembrar que aqui no blog não tem como postar vídeos, apenas Gifs e fotos. Lembre-se também de que às vezes os Gifs podem demorar um pouco para abrir.

👨‍💻Um raro bezerro de bisão branco é visto e fotografado no Parque Nacional de Yellowstone (EUA), no dia 4 de junho, no Vale Lamar, em área considerada isolada a nordeste do parque.

A descoberta:

Uma família que estava no parque tirando fotos ficou maravilhada com esse bebê bisão branco ao lado de sua mãe. As fotos desse avistamento repercutiram bastante nos noticiários e na internet e encantaram a todos.


Simbologia para os nativos norte-americanos:

Este bezerro de bisão branco representa um símbolo de renascimento e harmonia mundial. O povo Lakota e todos os outros povos nativos da América do Norte celebraram o avistamento do bebê bisão branco.

O chefe Arvol Looking Horse, líder espiritual dos Lakota, Dakota e Nakota Oyate em Dakota do Sul, disse à agência de notícias independente (Associated Press):

"O nascimento deste bisão branco é ao mesmo tempo uma bênção e um aviso. Devemos fazer mais."


Uma história de 2.000 anos dos povos originários da América do Norte:

Dois guerreiros Lakota cavalgavam em seus cavalos magros em busca de algo para caçar, quando de repente avistaram a figura de uma mulher no horizonte envolta em uma luz quente, em uma névoa de fascinantes flashes de luz.

A mulher estava acompanhada por um bisão branco. Ela era alta, magra e usava um vestido com bordado sagrado, uma pena no cabelo e folhas de sálvia na mão. Ela era muito bonita, tanto que um dos jovens guerreiros quis se aproximar dela com desejo sexual; No entanto, antes que ele pudesse tocar a pele da mulher, uma nuvem escura pairou sobre ele, disparou um raio de fogo e ele foi instantaneamente carbonizado. O outro jovem guerreiro se ajoelhou com medo de também se queimar; Porém, a bela mulher acariciou seus cabelos e falou a mesma língua que ele, e disse que era uma Wakan, uma mulher que veio ajudá-los.

A mulher vista como uma divindade foi recebida com muita esperança na aldeia Lakota. Deram-lhe a melhor tenda e, quando ela entrou na tenda, a manhã transformou-se em crepúsculo e uma luz dourada com raios rosados ​​envolveu aquelas terras onde só havia fome e miséria. Apesar disso, as pessoas procuravam oferecer-lhe o que tinham de melhor: algumas raízes, alguns insetos, ervas secas e água fresca.


Então a mulher do bisão branco ensinou o povo Lakota a fumar cachimbo, ofereceu-lhes tabaco de salgueiro vermelho como cortesia e chamou-os para circularem nas tendas para honrar o sol, para criar um círculo de força vital e para dar graças.

E então a mulher mostrou a todos uma série de práticas espirituais, formas de reverenciar a natureza, orar com palavras corretas e realizar rituais de seus ancestrais que o povo Lakota já havia esquecido completamente.

Logo em seguida, ela chamou todos para cantarem canções para alegrar a terra, com melodias, versos e canções que deveriam ser direcionadas às quatro direções do universo. Ela lembrou-lhes a importância da prática da cerimónia do cachimbo da paz, onde homens e mulheres devem unir-se para homenagear as suas almas, para honrar o próprio grupo e a sua união com a vida após a morte.


A mulher bisão branco despediu-se, indicando que enquanto eles realizassem todas essas cerimônias sagradas e cuidassem do planeta e das terras (natureza), ela os protegeria. Antes de partir, ela trouxe um enorme rebanho de bisões pretos do horizonte. Havia tantos bisões que as montanhas ficaram escuras e o chão tremeu sob seus pés; a terra voltou a encher-se de força com a chegada destes animais que representaram a sobrevivência dos nativos norte-americanos.

No momento em que a mulher Wakan desapareceu, chegaram rebanhos de bisões. E a partir desse dia, os bisões forneceram carnes, peles (roupas, tendas, etc.) e ossos que serviram para fazer as ferramentas que seriam necessárias a todos.

A mulher Wakan antes de sair disse a todos: "Toksha ake wacinyanktin ktelo" (em português significa "vejo vocês de novo"). Uma mensagem de esperança que muitos Lakotas repetem até hoje, sonhando com um retorno onde a mulher Wakan possa mais uma vez purificar o planeta e trazer harmonia, equilíbrio e espiritualidade a todas as nações.


🙋‍♂️ Essa matéria foi feita de acordo com o meu entendimento.

Fonte: Google News - USA TODAY - Daily Express US - Tradutor Google - Wiki - Google Maps

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Um lugar com muitos rostos fantasmagóricos...

Há um lugar onde se conta a triste história de que um cachorro morreu pendurado na própria coleira.

E esses dias eu estava passando em frente a este lugar e resolvi tirar fotos e filmar, mas claro que disse de antemão aos Espíritos, Entidades e ao Guardião do local que iria filmar e tirar fotos, e se alguém quisesse aparecer no vídeo ou em uma foto, ficaria muito honrado.

Acontece que quando eu estava batendo fotos e, também filmando, algo me disse na minha mente para não parar de tirar fotos e filmar, porque eu iria capturar alguma imagem. Apesar da correria que estava, continuei e logo depois me despedi, agradeci e fui embora.

Parte do local

Ontem, olhando os vídeos e as fotos, reparei nos rostos que apareceram, e o mais interessante é que ali também está a rosto de um cachorro. Fiquei muito grato com o resultado.

👉Abaixo estão as fotos e, também elas em destaque para que vocês não tenham dúvidas.

Caveira  e na mão

Uma figura sinistra

Uma sombra

Algo parece observar

Sombra bem escura

Rosto de um cachorro

É isso aí pessoal! 👍